As palavras se calam à beleza
Dos reflexos que são pertinentes
à veemente essência dos eloqüentes
Suspiros, que revelam o que é certeza...
O vasto universo torna-se pequeno
E a mente, que vagueia, é singular
No trajeto do horizonte - tão sereno,
Buscando, em letras, melhor se expressar...
E o anseio, que n'outrora demasiava,
Em tempos remotos, ó ser efêmero!
Não mais existe... E sempre afirmava
Que, na Amplidão, desvendara o esmero
Que pairava num ambiente angelical...
E percebera que tudo era, ainda, superficial...
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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Eloqüente...
Melodias vagueiam meus pensamentos
Fazendo-me cair em devaneios cintilantes
Cujos aspectos são belos e deslumbrantes
Reflexos mudos de amor não efêmeros...
E o semblante transforma-se com o olhar
Do sol sobre mim, que nada sei que sou
Senão o que pensaria ser, senão o vaguear
De um momento acerca d'algo que restou...
Versos que não descrevem nada, tudo e algo
Que não é importante... mas o inverso do fato
Que é pensamento silenciado, ó inspiração!
Alma pútrida que não cala o anseio na canção
Que expele, sultimentemente, por vaidade...
Esta, inexistente... sendo veemente verdade...
Dedicado ao amigo de caminhada, músico e escritor William. Deus o abençoe pela sapiência e tenacidade na fé ^^
Paz e bem a todos ^^
Fazendo-me cair em devaneios cintilantes
Cujos aspectos são belos e deslumbrantes
Reflexos mudos de amor não efêmeros...
E o semblante transforma-se com o olhar
Do sol sobre mim, que nada sei que sou
Senão o que pensaria ser, senão o vaguear
De um momento acerca d'algo que restou...
Versos que não descrevem nada, tudo e algo
Que não é importante... mas o inverso do fato
Que é pensamento silenciado, ó inspiração!
Alma pútrida que não cala o anseio na canção
Que expele, sultimentemente, por vaidade...
Esta, inexistente... sendo veemente verdade...
Dedicado ao amigo de caminhada, músico e escritor William. Deus o abençoe pela sapiência e tenacidade na fé ^^
Paz e bem a todos ^^
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Algum poema...
Feito um poema, enobrecido
Pelo que é, de fato, desconhecido
Ainda que seja perceptível
A inverdade do que é verossímil...
Indaga ininterruptamente enquanto
Pensa ser sóbrio o que, no entanto
É desfalecer aquilo que se é não,
Posto que não se fala, além, da razão...
Ante campos inespreitados...
Repletos de lobos em busca do quê,
Não se vê, senão, o que não é pertinência
Daquilo que é palpável... E relê,
Mesmo que em devaneio, deitados
Os pensamentos que, em veemência,
Ressaltam tudo o que não é, foi, mas
Incorre-lhe o que não traz mais paz...
E as verdades tornam-se devaneios...
E, as lembranças, eloquentes realidades
Que não mais permeiam algum poema,
Que, dantes, enobrecido fora, e os anseios
Apenas primavera deformada; ó, dilema!
Senão este em que escrevo...tenra alma
Cujo fim desconheço... bel-lúgubre calma
Do caminho meu... ontológica simplicidade...
Pelo que é, de fato, desconhecido
Ainda que seja perceptível
A inverdade do que é verossímil...
Indaga ininterruptamente enquanto
Pensa ser sóbrio o que, no entanto
É desfalecer aquilo que se é não,
Posto que não se fala, além, da razão...
Ante campos inespreitados...
Repletos de lobos em busca do quê,
Não se vê, senão, o que não é pertinência
Daquilo que é palpável... E relê,
Mesmo que em devaneio, deitados
Os pensamentos que, em veemência,
Ressaltam tudo o que não é, foi, mas
Incorre-lhe o que não traz mais paz...
E as verdades tornam-se devaneios...
E, as lembranças, eloquentes realidades
Que não mais permeiam algum poema,
Que, dantes, enobrecido fora, e os anseios
Apenas primavera deformada; ó, dilema!
Senão este em que escrevo...tenra alma
Cujo fim desconheço... bel-lúgubre calma
Do caminho meu... ontológica simplicidade...
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