Tenra noite de luar oculto... amplidão
Celeste que me inebria a alma, ó fulgor!
Por que distancias o almejado bel-torpor
Do vil ser que sou?! Pobre coração...
Ante suave brisa que me busca acalmar
A alma minha... para que tanto sonhar
Se a angústia da verdade é tão iminente?
Que fim há de ter, posto que é veemente?
Triste canção que não me cala a alma...
Fere a fio, desconheço ainda... é hiponente
E implacável, mesmo vendo frágil ser...
E na loucura de mim, perco a calma...
E desconheço-me... perco, enfim, o querer
Se escondo em mim doçura eloquente...
Lelo Mendes
It's so perfect!!
ResponderExcluirDadí... sois um portador da boa palavra...
Nunca pare!!
MUITO LINDO ETE POEMA PARABENS
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