De Angeli
Pairar na penumbra é devanear
E perceber que nada há mais
Senão o doce fenecer - acalmar
O porto d'alma - do velho cais...
E ser mais um é o que sou
Quando estás a exercer
A plenitude do belo ser
Que então, a mim, se revelou...
E sendo, ante mim, perfeição,
Não te calas a arrancar a dor
Que dilacera em vil torpor
A alma que é tua... e dizes não
Ao que pode ferir este coração,
E o guarda sob asas de esplendor...
Dedicado à Prosperute...
Anjo sem asas e cheio de luz...és tu..
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